Cooperativismo ASSOCIADO

História

O cooperativismo pode ser definido como uma forma de organização econômica que se fundamenta na cooperação e parceria para o alcance de determinados objetivos. Sua filosofia é exercida através das cooperativas, isto é, “associações autônomas de pessoas unidas voluntariamente para satisfazer suas necessidades econômicas, sociais e culturais em comum, por meio de uma empresa de propriedade conjunta e de gestão democrática”. Como não visam o lucro, os resultados alcançados por estas instituições são repartidos entre seus associados de forma proporcional a sua participação nas operações e atividades. Por isso, é consensual a ideia de que no cooperativismo “a união faz a força”.

Presente no Brasil há mais de 100 anos, o cooperativismo de crédito vem se firmando como alternativa de operação financeira segura, transparente e eficaz. A Gestão desse tipo de cooperativa é pautada por um conjunto de princípios e valores concebidos para fomentar o desenvolvimento econômico-financeiro de seus associados e da região onde atuam.
O cooperativismo de crédito movimenta parte significativa dos recursos financeiros da economia mundial, sendo modelo de Instituição Financeira em países desenvolvidos como Estados Unidos, Canadá, Alemanha e Holanda. Solidariedade, democracia e igualdade tem ajudado milhões de pessoas em todo mundo a promover harmonia social por meio do cooperativismo de crédito, garantindo a estes um futuro mais seguro, além de um atendimento ágil e personalizado.
Nesse cenário nasceu a Central Sicredi NNE, que cresceu acreditando e consolidando o cooperativismo e hoje tem orgulho de ser um Sistema de Cooperativas de Crédito que cobre todo o território brasileiro.


Princípios Cooperativistas

Os princípios são as linhas orientadoras da prática cooperativista:

1. Adesão voluntária e livre
São organizações voluntárias, abertas à participação de todos, independentemente do sexo, raça, classe social, opção política ou religiosa.

2. Gestão democrática
São organizações democráticas, controladas por seus associados, que participam na formulação das políticas e nas tomadas de decisões.

3. Participação econômica dos membros
Todos contribuem igualmente para a formação do capital da cooperativa, o qual é controlado democraticamente.

4. Autonomia e independência
O funcionamento da empresa é controlado pelos seus sócios, que são os donos do negócio.

5. Educação, formação e informação
É objetivo permanente da cooperativa destinar ações e recursos para formar seus associados, capacitando-os para a prática cooperativista e para o uso de equipamentos e técnicas no processo produtivo e comercial.

6. Intercooperação
Para o fortalecimento do cooperativismo é importante que haja intercâmbio de informações, produtos e serviços, viabilizando o setor como atividade socioeconômica, trabalhando em conjunto com entidades locais regionais, nacionais e internacionais.

7. Interesse pela comunidade
As cooperativas trabalham para o bem-estar de suas comunidades, através da execução de programas socioculturais, realizados em parceria com o governo e outras entidades civis.